Governador se reúne com presidente Jair Bolsonaro e representantes da Fórmula 1

(Brasília - DF, 24/06/2019) Presidente da República, Jair Bolsonaro em reunião com Wilson Witzel, Governador do Estado do Rio de Janeiro; Senador Flávio Bolsonaro (PSL/RJ); Chase Carey, Diretor Executivo da Fórmula 1; e José Antonio Pereira Junior, Presidente da Rio Motorsports.rFoto: Carolina Antunes/PR

Na reunião, foi discutida a possibilidade de realizar o Grande Prêmio do
Brasil no Rio de Janeiro a partir de 2021*

A possibilidade de realizar o Grande Prêmio do Brasil no Rio de Janeiro, a
partir de 2021, foi debatida nesta segunda-feira (24/6), em reunião entre o
presidente Jair Bolsonaro, o governador Wilson Witzel e representantes da
Fórmula 1 e da empresa Rio Motorsports, licitada para a construção do novo
autódromo da cidade do Rio. A corrida é realizada desde 1990 em Interlagos,
em São Paulo.

Na ocasião, Witzel agradeceu o empenho do presidente Bolsonaro, do
prefeito Marcelo Crivella e da Câmara de Vereadores do Rio para a construção do novo
autódromo, em Deodoro, na Zona Norte do Rio. A previsão é de que a pista,
que será construída com 100% de capital privado, seja entregue em 2020, a
tempo de receber a maior competição automobilística do mundo.

(Brasília – DF, 24/06/2019) Presidente da República, Jair Bolsonaro em reunião com Wilson Witzel, Governador do Estado do Rio de Janeiro; Senador Flávio Bolsonaro (PSL/RJ); Chase Carey, Diretor Executivo da Fórmula 1; e José Antonio Pereira Junior, Presidente da Rio Motorsports.rFoto: Carolina Antunes/PR

– Estamos mostrando nosso espaço e o que podemos oferecer. Esse é um projeto importante para o desenvolvimento econômico e social do Rio de Janeiro e estou à disposição para apoiar nas questões do Estado, como na mobilidade intermunicipal, na SuperVia e na segurança pública para, assim, fazer com que esse evento seja um sucesso – disse o governador.

Para Bolsonaro, o fato do Rio de Janeiro ter mais espaço é um ponto
positivo para a mudança de sede do Grande Prêmio do Brasil.

– A área é muito mais ampla no Rio. Hoje, São Paulo oferece 30 mil lugares. O projeto carioca é de 130 mil, além de oferecer uma pista multiuso, moderna e sustentável, que vai poder ser utilizada o ano inteiro – explicou.

O diretor-executivo da F1, Chase Carey, afirmou que pretende manter a
competição no Brasil, mas seguindo um projeto mais amplo de negócio. Ele
usou como exemplo o campeonato de futebol americano Super Bowl, que vai
além da final da NFL, promovendo entretenimento, shows, feiras
gastronômicas e dinamizando a economia.

– Não estamos só preocupados com a qualidade da pista, dos boxes, mas que o
evento impacte positivamente na região que ela vai acontecer, trazendo
desenvolvimento para a região e faça realmente a diferença na cidade. Uso o
exemplo do Super Bowl, campeonato de futebol americano, que oferece no
período que acontece entretenimento, shows, feiras gastronômicas, algo que
ultrapassa o jogo em si – afirmou o americano.

O encontro teve a participação do secretário de Governo, Gutemberg Fonseca,
e da diretora comercial da F1, Chloe Targett-Adamso.

Fotos: Carolina Antunes/PR

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