No Roda Viva, Haddad critica FHC por anular o voto e Ciro por viagem a Paris

O presidenciável Fernando Haddad, do Partido dos Trabalhadores, criticou as forças políticas que se omitiram antes do segundo turno de 2018, permitindo a ascensão de um governo neofascista no Brasil, ao ser entrevistado no Roda Viva.  “Bolsonaro não tinha condições. Mas fazer o quê se Fernando Henrique Cardoso anulou o voto, se Ciro Gomes preferiu ir pra Paris”, afirmou.

No programa, o ex-prefeito de São Paulo também afirmou que Bolsonaro se utiliza de métodos fascistas em seu governo. Ele disse: “a maneira como ele usa a comunicação: a fake news não é um expediente do Bolsonaro, é uma prática. Hoje aparece uma foto dele falando que

está tomando a cloroquina porque está com febre, ou seja, ele é uma pessoa que joga no obscurantismo.”

Haddad também falou sobre as ações do governo contra (ou a favor) da covid-19: “agora, essas coisas das máscaras. Eu não sei se é sadismo, falta de empatia, uma demonstração tola de autoridade, não sei o que se passa na cabeça de uma pessoa tão desequilibrada quanto Bolsonaro. Olha o que estamos vivendo!”

Participaram da bancada de entrevistadores Bela Megale, colunista do jornal O Globo; Ricardo Balthazar, repórter especial do jornal Folha de S.Paulo; Flávio Costa, escritor e repórter do portal UOL; Andrea Jubé, repórter de Política do jornal Valor Econômico; e Vera Rosa, repórter do jornal O Estado de S.Paulo em Brasília. Há ainda a participação remota do cartunista Paulo Caruso.

Brasil 247

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